Há milhares pesquisas publicadas sobre câncer de próstata, muitas redundantes e algumas que se contradizem.

Por isso, pesquisadores da Universidade de Toronto fizeram uma extensa revisão das pesquisas publicadas para ver se estávamos progredindo ou não. Para começar, o papel das 5ARIs (5-alpha reductase inhibitors) e drogas que mudam seletivamente os receptores de estrogênio constituem um campo muito promissor. Não se assuste com esses nomes complicados e insista na sua pesquisa individual porque essas drogas já apresentam bons resultados. A dutasteride (Avodart) reduziu em 50% as biópsias de câncer feitas em homens com hipertrofia prostática.

E a dieta?

  • Vários estudos mostraram que reduzir as gorduras “más” de maneira controlada é muito importante. As pessoas com déficit de selênio na dieta têm risco mais elevado. Um estudo importante mostra que tomar
  • Mas, cuidado!!!! Muitos integrantes de dietas a partir de certas quantidades começam a fazer mais mal do que bem. Em quantidades mais elevadas, selênio é um veneno.
  • Pesquisas sobre o chá verde mostram resultados contraditórios e sobre a soja e a vitamina D estão em curso.
  • Em geral, as pesquisas sobre ingredientes de nossa dieta que são ricos em polifenóis mostram bons resultados.
  • um suplemento de selênio durante mais de dez anos parece reduzir o risco de câncer de próstata em 49%. Quem come castanhas do Pará já tem uma dose alta de selênio. Não precisa mais.
  • Depois de ser negligenciado desde sempre, o câncer de próstata está sendo estudado intensamente. Durante os próximos sete anos (prazo superior para a maioria das pesquisas em andamento) vamos aprender muito.

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